quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Bipolaridade / Site "Pensamentos Filmados"



“Trata-se de um transtorno mental em que o humor assume autonomia, deixando de responder adequadamente ao que seria esperado, com variações diversas como euforia, agitação, aumento de energia, agressividade, ansiedade, explosividade, aumento de riscos e gastos, impulsividade e distração, entre outros sintomas do pólo positivo ou ‘para cima’, que se alternam ou se mesclam com apatia, desânimo, tristeza, ansiedade e falta de prazer do pólo negativo ou depressivo.
Nem sempre os sintomas maníacos ou depressivos são bem claros. Até mesmo quem convive com um paciente bipolar sente dificuldade em distinguir uma aflição comum da depressão, ou sua alegria da euforia patológica. A doença é de difícil diagnóstico, mesmo para profissionais da saúde, que acompanhem há um longo tempo o paciente.”

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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O QUE É HUMOR?

“Nosso humor é o que também chamamos de estado de espírito. O humor é maleável, ou seja, se modifica de acordo com o que acontece na nossa vida.
O humor tem como principal função servir de ‘termômetro’ do ambiente e influencia dramaticamente o modo como encaramos as situações.
A partir do ‘filtro do humor’ se define o quanto devemos ou não nos arriscar, ou seja, o nosso estado de humor define em grande parte nossa percepção de risco. O humor sadio mantém essa maleabilidade e suas flutuações são proporcionais aos fatos.
Quando algo de muito ruim ou muito bom acontece, o humor varia de acordo, mas em algumas horas ou poucos dias o humor volta ao padrão habitual. Além disso, o humor sadio é previsível.”

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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O QUE É UM TRANSTORNO DE HUMOR?

“É um estado em que o humor está reagindo de modo incompatível ou exagerado à situação. Essa desregulação pode se dar tanto para baixo (forma depressiva) quanto para cima (forma maníaca). Há também estados em que o humor está particularmente agitado e turbulento (forma mista).
Como o humor define nossa percepção de risco, quando está exageradamente elevado (eufórico) sem razões para tanto, é comum se expor ou se envolver em situações de maior risco. Por outro lado, os estados depressivos tendem ao retraimento e inibição apesar das condições reais não estarem tão adversas. Há também alterações de humor mais brandas, mas com oscilação clara, afetando a previsibilidade do humor.”

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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O ENFOQUE ATUAL DA BIPOLARIDADE

Se antes a bipolaridade era reconhecida somente nas suas versões mais evidentes e pronunciadas (chamada atualmente de tipo1 e antigamente de psicose maníaco-depressiva ou PMD), cada vez mais tem-se observado que uma parcela significativa da população sofre de oscilações de humor maiores do que o normal (cerca de 10% da população), com diferentes graus de prejuízo.
Em vez de serem reconhecidas e tratadas por apresentar formas atenuadas de bipolaridade, estas pessoas comumente recebem equivocadamente diagnósticos de depressão, ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade, abuso de drogas ou de transtornos de personalidade.
Considerando esse novo enfoque, é provável que a bipolaridade seja o transtorno psiquiátrico de maior impacto social e econômico da humanidade, ou seja, mais até do que a depressão unipolar.
A confusão com a depressão unipolar se dá pelo fato de que muitas pessoas com bipolaridade têm muito mais sintomas depressivos do que de humor elevado. A isso, se acrescente que o humor elevado muitas vezes não é reconhecido como alterado e nem é investigado por muitos profissionais de saúde. Como antidepressivos e psicoestimulantes podem agravar a bipolaridade, na dúvida do diagnóstico deve-se primeiro tratar com estabilizadores de humor, que não pioram os outros transtornos, como depressão e déficit de atenção.

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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EQUÍVOCOS COMUNS NO DIAGNÓSTICO DA BIPOLARIDADE

• Depressão unipolar (ao invés de depressão bipolar);
• Ansiedade (ao invés de humor misto ou turbulento);
• Déficit de atenção e hiperatividade (bipolares também são dispersivos e energéticos);
• Transtornos de personalidade (borderline, histriônica, narcisista, paranóide e antisocial);
• Drogadição (pela busca de sensações);
• Transtorno obsessivo-compulsivo (por serem pessoas de extremos e muito auto-exigentes);
• Fobias (por serem pessoas de extremos e reagirem intensamente).
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BIPOLARIDADE NA INFÂNCIA

Na infância a bipolaridade não se manifesta com episódios claros e demarcados de humor elevado ou deprimido, e sim com humor misto: alta oscilação, irritabilidade, turbulência, distração, impulsividade e condutas desafiadoras. Estes quadros podem ser confundidos com déficit de atenção e hiperatividade, mas o tratamento farmacológico é totalmente diferente, porque se deve usar estabilizadores de humor e evitar a Ritalina® (metilfenidato). A Ritalina em quem tem a bipolaridade costuma não funcionar ou deixar o humor mais elevado e confiante ou irritável.

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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Veja o gráfico animado com os diferentes tipos de transtornos! Muito bacana!www.bipolaridade.com.br/oque/tipos.asp
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TRATAMENTO

Como regra, quem tem bipolaridade do humor se beneficia enormemente do tratamento, que envolve uma combinação de abordagens, como a psicoeducação (conhecer o próprio temperamento, o seu padrão de humor e a bipolaridade), psicoterapia (para harmonizar os padrões de pensamento, de relacionamento e elaborar novas estratégias), bons hábitos de vida e tratamento farmacológico com estabilizadores de humor.
Os antidepressivos devem ser reservados para casos restritos porque muitas vezes desestabilizam ainda mais o humor.

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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ESTABILIZADORES DE HUMOR NÃO-FARMACOLÓGICOS

• Sono de 7 a 9 horas por dia;
• Exercício físico, principalmente aeróbico;
• Boas relações afetivas, ter um bom grupo social, ter um confidente;
• Artes, hobbies, esportes, meditação, animais de estimação;
• Alimentação saudável, particularmente peixe;
• Trabalhar com o que gosta de fazer;
• Primar pelo meio-termo e a ponderação nos momentos difíceis;
• Fé e espiritualidade.
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COMO CONTROLAR

• Acompanhamento médico e psicoterápico;
• Uso da medicação prescrita conforme recomendação médica;
• O uso da medicação é particularmente importante porque é muito comum o paciente de bipolaridade interromper a terapia medicamentosa. A interrupção no uso do medicamento recomendado, via de regra, desencadeia novos episódios da conduta característica a essa condição: estados de depressão mais intensa e maior exaltação na euforia;
• Restrição ao uso de álcool, drogas e cafeína;
• Vida saudável com horas de sono suficientes e em horário regular, alimentação equilibrada e atividade física adequada ;

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br






segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Artur Scarpato - Psicologia Clínica

As pessoas que viveram por violência sexual infantil...ou outro qualquer tipo de violência... 
Todas estas situações podem ultrapassar o limiar de tolerância de uma pessoa em relação ao que ela experienciou. Assim, para algumas pessoas, a experiência de violência pode ser vivida como traumática, o que significa que a pessoa vive uma intensa reação de estresse na situação, sendo que a reação não se desfaz e a pessoa não retorna ao seu estado psicológico habitual.
Para entender este fenômeno é importante que nós possamos compreender os mecanismos da experiência de violência e os modos como uma pessoa pode viver a agressão durante e depois do evento. Há vários fatores que podem contribuir para que uma pessoa não volte ao seu estado habitual após uma situação de agressão: a idade e o momento em que o evento ocorreu, a intensidade e a duração da experiência, o nível de impotência que a pessoa sentiu, o sentido da experiência na história de vida da pessoa, os sentimentos que a situação despertou, como medo, pavor, raiva, etc.
***Os Diferentes Modos de Reagir******
Diferentes pessoas não reagem do mesmo modo a uma situação violenta. Quando duas pessoas vivem uma mesma situação de agressão, uma pode ficar traumatizada, enquanto a outra retoma a sua rotina em pouco tempo. Cada pessoa tem uma história singular de agressões e estresses em sua vida, cada uma associa o evento agressivo atual a experiências específicas de seu passado. Uma série de fatores como estes tornam alguém mais vulnerável a determinadas agressões, determinando os limites entre o assimilável e o excessivo.
Por exemplo, durante uma situação de violência, uma pessoa pode se manter fria e sob controle, outra pode entrar em desespero e pânico, enquanto uma terceira pode desmaiar. Três modos diferentes, pessoais, de lidar com a mesma situação de estresse intenso, o que expressa três temperamentos e três histórias de vida diferentes. 
Após a situação, cada um poderá viver também de um modo singular os efeitos posteriores. Um pode ficar com medo apenas por alguns dias e depois voltar à vida normal, outro poderá ficar com uma ansiedade muito grande e duradoura e não conseguir voltar à sua rotina, enquanto um terceiro poderá afundar numa profunda depressão decorrente do grande abalo causado pela experiência. Cada um reage de um modo singular às várias situações de agressão que sofre na vida, assim como às eventuais situações de violência intensa.
******Os Sinais e os Sintomas*******
Podem ocorrer várias manifestações em pessoas que desenvolvem estresse pós-traumático em decorrência de situações violentas.
Durante o evento, tudo parecendo como um sonho ou pesadelo e a pessoa se sentindo anestesiada na situação
Logo após o evento, muitas pessoas se mantêm num estado de "anestesia emocional", sentindo-se distantes da situação, diminuindo sua responsividade ao mundo. Com o passar do tempo a pessoa pode ir "descongelando" e viver experiências intensas de impotência e fracasso. Algumas pessoas desenvolvem um estado mais depressivo, com perda de interesses, desânimo, embotamento emocional, estreitamento de horizontes na vida, etc.
Podem surgir associações entre o evento e situações específicas, levando a comportamentos de evitação, como não sair à noite, não sair de casa sozinho, não freqüentar determinados locais, etc. Intensas reações emocionais podem surgir frente a estímulos que simplesmente lembram a situação vivida, como certos sons, certo clima, certos olhares, etc.
Podem surgir sensações de irrealidade e distanciamento do mundo, fazendo tudo parecer como um sonho, com sensações de estar separado do corpo, etc. Pode haver pesadelos repetidos. 
Algumas pessoas ficam mais irritadas, apresentando ataques de raiva e instabilidade emocional.
No geral as reações vão para duas direções básicas: depressão e ansiedade. Há pessoas que vão para estados mais depressivos, pessoas que vão para estados ansiosos e agitados e pessoas que se alternam entre estes dois estados.
**********O Tratamento***************
Cada pessoa em situação de Estresse Pós Traumático necessita de uma atenção cuidadosa, pois suas reações têm relação com a sua história de vida, sua capacidade de lidar com sentimentos e emoções, o impacto que a experiência teve em sua vida e a qualidade de suas experiências de vida dali para frente. Cabe a cada um analisar a si mesmo e procurar urgentemente ajuda psicológica,e terapêutica.Cada caso é um caso.
A intervenção terapêutica é um recurso necessário para que a pessoa possa reorganizar seu padrão de funcionamento e continuar seu processo de vida de modo mais saudável. 


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Situações... / Bya Albuquerque

Situação nº 1: Um jovem negro, obeso e diabético está voltando, à noite, do trabalho para casa. Como se cansa com frequência, resolve descansar no banco de um parque. Nesse meio tempo, é espancado e xingado cruelmente por dois adolescentes  brancos, uma garota e um rapaz, ricos, altamente preconceituosos. A agressão é gravada pelas câmeras do parque. O rapaz é resgatado e levado para hospital, onde, por causa da diabete fica com o braço necrosado e perde 3 dedos...e o emprego.

Situação nº 2: No dia seguinte é achado o corpo de uma garota branca, ainda viva...espancada...violentada sexualmente e com um dedo cortado.

Situação nº 3: As evidências levam aos dois irmãos do garoto negro espancado no parque. Negros e obesos. A irmã tem 14 anos e o irmão, 16. Eles confessam a agressão e quando o garoto é inquerido de o porquê da agressão sexual, diz que a menina não parava de xingar eles de porcos obesos e termos racistas, gritando que eles não deviam se reproduzir.

Situação nº 4: A moça branca agredida era a mesma agressora do parque. As câmeras mostram o comparsa e tanto os jovens negros como brancos, vão presos.

Situação nº 5: Enquanto os advogados dos ricos conseguem a sua soltura, os dois irmãos negros vão ao julgamento. Nisso, descobre-se um site do rapaz branco altamente racista, incitando a acabar com gays...sapatões...negros...e obesos. Os negros obesos, inclusive, ele sugere que sejam mandados de volta à Africa, para servirem de alimento aos leões. A jovem rica era totalmente adepta às idéias do amigo.

Situação nº 6: Na audiência dos dois irmãos negros, quando o irmão agredido e mais velho vai depor, vê o riso de zombaria do garoto rico. No intervalo, ele vai em casa e pega uma arma, com a qual mata o garoto rico. Os irmãos mais jovens são soltos e o mais velho vai ao julgamento, onde é condenado, mas no dia da pronúncia do juri, ele não está na sala, pois está no hospital, super mal e teve de amputar a perna.

Situação nº 7: Uma assistente social vai até a casa dos garotos obesos, que, aliás, são ótimos alunos. Quando ela pergunta à mãe porque deixou os filhos chegarem nessa situação, ela "dá os ombros" dizendo que não tinha marido e sempre teve dois empregos e não tinha tempo para cozinhar. Os meninos foram criados na frente da TV, sempre comendo "porcarias".

Situação nº 8: O FBI investiga a garota rica e descobre algo surpreendente: até os 15 anos a menina foi obesa, sofreu muito bullyng e estudou num colégio só para garotas obesas, onde além das aulas normais teve reeducação alimentar, emagrecendo radicalmente a adquirindo uma grave fobia contra os obesos.

Situação nº 9: TODOS SAÍRAM PERDENDO!!!

É claro que essa história é fictícia, com um fundinho de verdade, tirada da série "Law & Ordem SVU". Mas facilmente poderia ser de verdade. Pois é muito mais complexo do que parece. Meninos que não são educados a se alimentar corretamente e para não gastar tempo indo ao supermercado e cozinhando, gastam um dinheirão com fast food. Menina que sofreu bullyng quase a sua vida toda e conseguindo um corpo perfeito, desconta as frustrações do passado nos outros. Menino rico que deve ter crescido com as babás, negligenciado pelos pais e tendo valores errados: de que o dinheiro pode tudo.
Sou mãe de dois adolescentes: uma menina de 16 e um menino de 14. Todos nós sabemos como é bom comer "porcarias" ou pedir comida pronta, mas os meus filhos tem a plena noção que uma refeição completa comprada no supermercado, sai mais barato que pedir uma pizza. É lógico que uma vez por semana nós damos ao prazer de uma comida pronta e gostosa. Em casa sempre têm chocolate, pipoca para microondas, bolachas, refri...mas é preciso advertir a criança sobre os problemas causados pela má alimentação. E não estou falando só sobre a obesidade. Mas também sobre subnutrição, diabetes, anemia...Cabe aos pais cuidarem disso, como também do conteúdo que os filhos acessam na internet. Lógico que não temos controle absoluto sobre isso, mas conversar, mostrar as consequências de uma brincadeira de mau gosto é o nosso dever.






domingo, 19 de agosto de 2012

Abaixo o abuso / Elza Augusta de Oliveira

Os 10 tipos de agressão contra crianças e adolescentes

Mau-trato físico 

Ação não acidental por parte dos pais ou cuidadores que provoque dano físico ou enfermidade ou, ainda, coloque a criança em risco de vida por causa de: golpes, queimaduras, mordidas humanas, cortes ou asfixia, implicando em feridas, fraturas, hematomas ou lesões internas.

Abandono físico
Quando não são atendidas as necessidades físicas básicas da criança: alimentação, higiene, vestimenta, proteção e vigilância em situações perigosas ou em que há demanda de cuidados médicos.

Mau-trato emocional
Hostilidade verbal crônica, insultos, depreciação ou críticas excessivas, intimidação, ameaças de abandono, condutas ambivalentes e imprevisíveis ou de dupla mensagem, isolamento, rechaço das iniciativas de apego e/ou exclusão das atividades familiares ou de autonomia por qualquer membro adulto do grupo familiar.

Abandono emocional
Falta persistente de resposta às expressões emocionais e condutas de proximidade e interação iniciadas pela criança, ausência de iniciativa de interação e contato por parte de alguma figura adulta estável, renúncia por parte dos adultos em assumir as responsabilidades parentais.

Abuso sexual
Todo ato, jogo ou relação sexual, heterossexual ou homossexual, com ou sem contato físico, envolvendo uma ou mais crianças/adolescentes e um ou mais adultos, com a finalidade exclusiva de estimular prazer no(s) adulto(s), como carícias, exibicionismo, voyeurismo e abusos.

Trabalho infantil
Obrigar crianças a realizar continuamente trabalhos, domésticos ou não, com o objetivo de obter benefício econômico para os adultos/pais.

Mendicidade
Uso esporádico ou habitual da criança para mendigar com o objetivo de ajudar na economia familiar.

Corrupção
Facilitar ou reforçar condutas anti-sociais ou desviantes premiando, por exemplo, a criança que furta ou rouba; facilitar seu consumo de drogas e/ou álcool, iniciando a criança em contatos sexuais com outras crianças e/ou adultos ou na prostituição.

Participação em ações delituosas
Usar a criança para ajudar e/ou efetuar pequenos furtos ou ações ilegais, como o transporte de objetos roubados e drogas.

Falta de controle parental
Incapacidade dos adultos responsáveis para controlar o comportamento social da criança, não estabelecendo (ou não conseguindo estabelecer) regras nem reagindo frente ao desrespeito das mesmas, passando a ignorar onde a criança está, com quem e o que faz.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Tirado da Página SOS Assédio Moral


Na simples leitura deste poema de uma criança vítima do holocausto, meu próximo, você poderá se fortalecer espiritualmente; e, encontrar toda a esperança esquecida e perdida em algum momento do seu mais completo desalento, como vítima de assédio moral no trabalho. Uma força e uma esperança que vão ser essenciais, para ajudar você a resistir e sobreviver ao assédio moral, ou numa leitura mais atual e apropriada; silencioso assassinato psíquico. Que progride, na maioria das vezes, para uma real incapacitação psicológica do assediado ao trabalho, e, consequentemente com a sua definitiva eliminação do mercado de trabalho. Mas que pode, e não são raros os casos, progredir para um ruidoso assassinato de fato, quando resultar em suicídio; pois todas as vezes que uma vítima de assédio moral em desespero se suicidar, houve de fato um assassinato, e o seu assassino de fato é o seu assediador. 

E resistir e psiquicamente sobreviver e trabalhar, meu próximo, é combater e vencer o flagelo do assédio moral; é combater e vencer - pois são sempre adjetivamente miseráveis em seu significado mais negro e sombrio e também tenebroso, pois, sempre será também por demais assustador o nosso contumaz torturador - a personificação do seu pior pesadelo, o seu miserável assediador. Seja mais um sobrevivente! 

O assédio moral no trabalho não é apenas um silencioso assassinato psíquico, que ocorre em massa em todo o planeta; e diminui a humanidade! Mas, exterminando psiquicamente pessoas em toda parte deste vasto mundo, e especialmente pessoas especialmente brilhantes, que portanto ficam incapacitadas de criar e produzir; também deixa o mundo menor!

O assédio moral é um crime também contra a sociedade, quando, psicopatologicamente atinge não só a vítima que sente-se psicologicamente progressivamente pertubada-transtornada-incapacitada e sem esperança, mas psicologicamente atinge todas as pessoas ao seu redor que diariamente testemunham e sentem-se psicologidamente pertubadas e sem esperanças ,e, ainda psicologicamente atinge também toda a comunidade ao seu redor que circunstancialmente testemunham e sente-se pertubada e com menos esperança, pois será sempre pertubador assistir um ser humano ser arbitrariamente desumanizado em sua humanidade; e não apenas vai na contra mão dos resultados que perseguidos e conquistados levam ao progresso desta sociedade, mas da esperança que anima o homem a perseguir e conquistar o progresso.

De forma que, considerando a extensão global deste extermínio psíquico, o assédio moral, o silencioso assassinato psíquico; é um crime contra a humanidade! Mas é também um crime contra o progresso da humanidade!

Um crime que é tão antigo quanto o trabalho, e, uma questão de saúde pública em todos os continentes, em todos os países, em todos os estados, em todas as regiões, em todas as cidades, em todos os vilarejo deste planeta; como um dado concreto imutável da realidade, que perdura, silenciosamente, atingindo pessoas de todos os povos, de todas as raças, de todas as crenças, de todas as religiões, de todas as filosofias, de todas as ideologias.

Uma guerra silenciosa, sem um conflito deflagrado que envolva uma outra nação ou um outro povo, ou a própria nação ou o próprio povo; que começa e dura o tempo que tem que durar para causar todos os males que pode causar, mas que um dia acaba e você pode contar seus mortos. Uma guerra contínua e silenciosamente deflagrada em absolutamente todas as partes do planeta em que houver uma relação de trabalho; e apenas contra indivíduos, e, em sua esmagadora maioria dos casos, os indivíduos mais brilhantes. Uma silenciosa guerra silenciosamente inexorável, e, de dimensão tão inestimável; porque, de incontáveis mortos.

Ao contrário de todas as guerras que marcaram uma parte da história, esta faz parte da história em toda a sua história, pois, ninguém sabe exatamente quando começou; mas se sabe o seu porque, que encontra também resposta no lado escuro e sombrio, diabólico e monstruoso, da humanidade.

Acoso Moral: http://www.facebook.com/profile.php?id=100003488145734&ref=tn_tnmn e
Sos Moral Harassment: http://www.facebook.com/profile.php?id=100003514723273&ref=tn_tnmn ; juntam-se a Sos Assédio Moral: https://www.facebook.com/nadjafreiresosassediomoral?ref=tn_tnmn , para combater esse flagelo universal, que não grita alto nem baixo, é silencioso; um silencioso assassinato psíquico!
É também uma forma de fazer a minha parte em busca do não utópico outro mundo possível; mas de um real mundo possível sem assédio moral. Um mundo possível o melhor possível!
Uma forma de fazer a minha parte por um mundo melhor sem assédio moral!

O Holocausto, um crime contra a humanidade que gritou tão alto que estourou tímpanos em todo o planeta, não marcou apenas o nosso passado com a vergonha, de forma indelével; mas de forma irremediável, a realidade do nosso presente e do nosso futuro! Um presente possível que foi exterminado com milhões de vidas! Um futuro possível que foi exterminado com milhões de vidas!
Em nome do Pai,
do Filho
e do Espírito Santo.
Amém!

Esteja sempre próximo do seu próximo que é moralmente assediado. Ele está sendo psiquicamente atacado, de forma desproporcional, todos os dias, e o tempo todo de todo o seu dia; por um monstro, que o acompanha durante o dia até em casa e em todos os lugares, e, que está também nos seus pesadelos de todas as noites! Um monstro, que pretende, não apenas expropriar toda a dignidade e destruir psicologicamente o seu próximo como profissional; mas, eliminá-lo psiquicamente como ser humano! Ajude o seu próximo a sobreviver psiquicamente a esse verdadeiro massacre! Ajude o seu próximo vencer essa batalha! Ajude o seu próximo! O próximo a ser assediado pode não ser você; mas, quem sabe pode ser no futuro, um filho ou uma filha ou um neto ou uma neta, ou uma outra pessoa muito querida. Seja a pessoa que, você gostaria que eles encontrassem nessa situação. A pessoa que poderá ajudá-los a sobreviver psiquicamente a esse massacre! A pessoa que com amor vai ajudá-los amanhã! A pessoa que seu próximo precisa hoje!

Na sua vida, você pode encontrar pessoas que, com muita confiança desrespeitam, gritam, intrigam, satanizam, conspiram, constrangem e até agridem. Elas são apenas pessoas que não conseguiram acompanhar a dinâmica do processo civilizatório; e, desrespeitam, gritam, intrigam, satanizam, conspiram, constrangem e até agridem! E não há nada a fazer, nem com o escorpião nem com essas pessoas. Uma boa ideia, será você se afastar e continuar a viver a sua vida com mais este aprendizado sobre os limites da natureza humana; outra boa ideia, será colocá-las em suas orações. Nessas situações, você pode precisar de alguma ajuda; mas são só pessoas venenosas e más. Numa situação de assédio moral, meu próximo, você tem que pensar que desta vez na sua vida você encontrou de verdade um monstruoso monstro com um ego gigantesco e totalmente pervertido, que barbaramente só se alimenta da bárbarie; um monstro de verdade, que absolutamente não tem culpas e tampouco absolutamente nenhuma censura. Um monstro, que se não estivesse satisfazendo a sua monstruosidade assediando você, meu próximo, poderia quem sabe estar vagando pelas ruas sombrias de um bairro distante e ermo, durante as madrugadas sem estrelas escuras e frias, incendiando sem tetos enquanto dormem encolhidos sonhando com um novo dia. Nessa situação, você sempre precisará de muita e de toda e qualquer ajuda, pois, não há como lutar contra um monstro de 10 metros de altura e 10 toneladas, que bota fogo todo o tempo o tempo todo pelas ventas; numa alegoria perfeita como representação perfeita, da magnitude do poder assustador que o assediador verticalmente detém sobre você. Numa situação de assédio moral, você não estará lidando simplesmente com pessoas; você estará, completamente indefeso, totalmente vulnerável, sem nenhuma espada e nenhum escudo, e também sem nenhuma armadura, lutando, contra a barbárie humana, contra, verdadeiros monstros!

1. O seu chefe há um considerável tempo, não está lhe permitindo exercer nenhuma atividade no trabalho de forma assertiva, ou, de forma evasiva está deteriorando e lhe tirando todas as condições de trabalho? E todas as ações produtivas e comunicação do seu setor, e, também os demais funcionários; passam a seu largo? E todos os dias você vai trabalhar e não trabalha? E a você é dada apenas a oportunidade de "contemplar" os seus colegas saudavelmente trabalhar e produzir, e, saudavelmente se relacionar "entre si"? E o contemplar, pois você subitamente percebe que nunca mais, por opção ou coaptação ou coação, de você seus colegas se aproximaram ou permitiram uma aproximação da sua parte; e o entre si, pois você está solitário e totalmente isolado?
2. O seu chefe há um considerável tempo, está lhe sobrecarregando com tarefas possíveis; ou lhe encarregando de tarefas impossíveis? Ou impondo prazos impossíveis para tarefas possíveis? Ou encarregando você, de realizar tarefas bem abaixo de suas possibilidades?
3. O seu chefe há algum tempo, se dirige a você, numa forma desrespeitosamente agressiva ou jocosa? E ao tratar de trabalho, não lhe dá oportunidade de expressar a sua opinião ou esta é bruscamente interrompida; quando não, desrespeitosamente ignorado? Ou passou a lhe ironizar, ridicularizar, desacreditar ou caluniar e difamar você dentro do ambiente de trabalho?
4. O seu chefe há algum tempo, se dirige a você, na forma de simples brincadeiras que não lhes são nem um pouco divertidas e não lhe deixam confortável, e, apelidos que lhe constrangem; e, que são reiteradamente repetidos especificamente porque, notadamente lhe deixam desconfortável e lhe constrangem? 

Não, não pense se tratar de algo casual ou insondável ou tampouco que seja uma deficiência de gestão ou tampouco que ele surtou; há um método que está sendo seguido, que estrategicamente está seguindo, toda uma intenção, em pró de um único específico objetivo. A intenção deste chefe é lhe constranger e atingir a sua autoestima, fazendo você se sentir inútil e desnecessário, e, desacreditá-lo e desmoralizá-lo perante todos os funcionários; a intenção deste chefe é deprimi-lo e exterminá-lo psicologicamente! O objetivo deste chefe é, silenciosamente, assassiná-lo psiquicamente! É assassiná-lo psicologicamente a ponto de fazê-lo, e com uma taxa de sucesso avassaladora, pedir transferência ou demissão; alimentando o sonho secreto, e com alto índice de realização, de retirá-lo do mercado de trabalho por real incapacitação por tão abissal trauma psicológico, resultante do acúmulo dos pequenos médios e grandes traumas do assédio moral sofrido, ou, mesmo deste mundo através do suicídio, resultante da pressão psicológica do abissal trauma psicológico, resultante do acúmulo dos pequenos médios e grandes traumas do assédio moral! Este chefe é um miserável perverso e impiedoso, monstruoso assediador moral, e, você está miseravelmente perversamente e impiedosamente, sendo monstruosamente moralmente assediado; silenciosamente, psiquicamente assassinado!

O assediador não tem um problema psicótico que afete a zona central do eu, pois o seu eu está preservado; ser um exterminador psíquico sem sentimentos genuínos e inflexível em sua crueldade e impassível à intercessões comovidas de terceiros, é a sua escolha, psicopatológica, pois sempre egocentricamente manipuladora e sem compaixão ou culpa, mas uma escolha! E é essa escolha que define o ser humano que ele não é; o verdadeiro monstro asediador que escolheu ser! E pouco lhe importa o constrangimento dos demais funcionários no testemunho dessa ação discriminatória e psico-exterminadora; e tampouco os resultados da empresa ou instituição, que ficam inexoravelmente prejudicados. A ele só importa, psiquicamente, lhe exterminar! O assediador é um criminoso psíquico, que precisa ser enquadrado pelo Código Penal, com a imperiosa criminalização do assédio moral; ou, numa leitura mais atual e apropriada: silencioso assassinato psíquico. Que progride, na maioria das vezes, para uma real incapacitação psicológica do assediado ao trabalho, e, consequentemente com a sua definitiva eliminação do mercado de trabalho. Mas que pode, e não são raros os casos, progredir para um ruidoso assassinato de fato, quando resultar em suicídio; pois todas as vezes que uma vítima de assédio moral em desespero se suicidar, houve de fato um assassinato, e o seu assassino de fato é o seu assediador. E tentar psiquicamente sobreviver e não deixar de trabalhar, meu próximo, é combater e vencer o flagelo do assédio moral; é combater e vencer - pois, são sempre adjetivamente miseráveis em seu significado mais negro e sombrio e também tenebroso, pois, sempre será também por demais assustador o nosso contumaz torturador - a personificação do seu pior pesadelo, o seu miserável assediador. 

A criminalização coibiria o assédio moral, pois, depois que se inicia essa prática criminosa; internamente, nada parece ser efetivamente capaz de impedir que seja perpetrada. Quando, inexoravelmente, é criada uma atmosfera obscurantista e de pouca integridade; que navega sem tormentas e tempestades, e com segurança, para os círculos infernais do círculo do inferno da impunidade!

A criminalização iria fazer com que com que o criminoso monstro assediador se responsabilizasse legalmente, direta e individualmente, pelas consequências de suas escolhas; e sujeito à devida pena de reclusão em regime fechado pelo assassinato, psíquico, mas assassinato, que efetivamente cometeu. O assediador permanecerá confortavelmente na sua zona de conforto enquanto não responder, individualmente, criminalmente, pelo crime que efetivamente comete; a criminalização iria tirar o assédio moral da sua confortável, criminosa e impune, zona de conforto. Uma zona protegida com todas as suas forças, pela empresa ou instituição, já efetivamente prejudicada nos resultados e na sua imagem e credibilidade, e que, injustamente, pois apenas errou em confiar nesse criminoso assediador, também, efetivamente; será responsabilizada pelo crime cometido pelo assediador, e, proteger o assediador é se proteger! E dentro deste mesmo princípio de sobrevivência, denúncias que seriam facilmente comprovadas, para não constituir provas contra si, na precaução de um futuro processo legal; não são absolutamente, administrativamente investigadas e rigorosamente documentadas. Quando então, silenciosamente, todo o sistema é monstruosamente corrompido com o seu lado escuro e sombrio e pantanoso; o mal! Tornando, pelo mais simples e conveniente mecanismo visceral de recompensa, funcionários do bem, em seus silenciosos soldados, e, por complexo mecanismo corporativo acácico de sobrevivência, empresas e instituições do bem, em seus silenciosos cúmplices!

A criminalização do assédio moral iria permitir que empresas e instituições, já tão comprometida nos seus resultados, que sempre serão menos auspiciosos num ambiente psicologicamente comprometido que testemunha um ser humano ser silenciosamente psiquicamente assassinado, e, inexoravelmente comprometido na sua imagem, ante sua omissão ante este ser humano, que está sendo, silenciosamente, psiquicamente assassinado. E que inadvertidamente - sem a reflexão devida e apropriada de que num incêndio em uma floresta fechada e sem saída, para prevenir que haja vítimas, não adianta gritar "incêndio na floresta", tem que apagar o incêndio - gastam inutilmente tanto dinheiro com cartilhas informativas, visando combater o assédio moral no seu ambiente de trabalho. Quando, efetivamente, combateria o assédio moral não apenas impedindo-o e interrompendo a sua prática, mas denunciando exemplarmente o criminoso monstro assediador às autoridades competentes. E se ofereçendo ao assediado, como alternativa salvadora do seu anjo salvador!

Quando não, o assédio moral não for pessoal e resultado de uma vontade, mas, empresarial e parte de uma estratégia política perversa e desumana, dentro da logística perversa e desumana, de perversas e desumanas empresas; criminosa e especificamente elaborada, para forçar um padrão hiper-estimado de produtividade ou a demissão do funcionário! Quando, então, este chefe é apenas um capataz, mas também moralmente um capataz que escolheu ser, pau se com indiferença ou verme se com prazer, mandado; que, mesmo mandado, escolheu, pois sempre há uma escolha moral em nossas escolhas, ser um criminoso psíquico que precisa também ser enquadrado, além de prioritariamente tais empresas, pelo Código Penal; com a imperiosa criminalização do assédio moral! Entretanto, não importa se por uma vil vontade de um vil chefe ou por uma vil política de uma vil empresa; de forma inequívoca e avassaladora será sempre , inexoravelmente psiquicamente devastador!

Na verdade, não existe ainda na atualidade o aprofundamento necessário da cultura, da compreensão do assédio moral no nosso país. Às vezes, de difícil percepção até mesmo para o próprio assediado, quando por exemplo, não se percebe como assediado, e, acha seu chefe apenas mal-humorado e ríspido; não existe chefe mal-humorado e ríspido. Esse chefe mal-humorado e ríspido está assediando esse funcionário; a função desse chefe era justamente oferecer a esse funcionário, também as condições psicológicas para desenvolver todo o seu potencial de trabalho. Simples brincadeiras que não lhes são nem um pouco divertidas e não lhe deixam confortável, apelidos que lhe constrangem, e, que são reiteradamente repetidos exatamente porque lhe deixam desconfortável e lhe constrangem; não, você não precisa disso, você não precisa conviver dia a dia com isso. Isso não vai lhe fazer feliz e nem poderia, pois lhe deprime; isso, simplesmente, também é assédio mora!

O assédio moral pressupõe valores profissionais e morais e também a idiossincrasia na escolha do tipo de assédio ao assediado; que, costumam também ser pessoas muito sérias e responsáveis, e, com um código de ética tão compromissado com as suas obrigações, que fazem parte daquele grupo de funcionários que nunca faltam e trabalham mesmo quando adoentados. São também alvos preferenciais; aquela funcionária que engravidou ou tem filhos pequenos; aquele funcionário portador de doença relacionada ao trabalho ou vítima de acidente de trabalho; aquele funcionário portador de necessidades especiais; ou aquele funcionário que se sobressai por sua postura crítica e por contestar regras injustas. E, continuamente, dia após dia, impiedosamente, são atacados psiquicamente, também, nas especificidades que o definem como ser humano na sua forma de ser e agir. Pois o assédio moral pressupõe essa continuidade; sem uma prática continuamente repetida, apenas episódica, não há assédio. O assédio moral se caracteriza pela deterioração física e psíquica das condições de trabalho; mas a sua eliminação psíquica também envolve o ser humano em suas idiossincrasias. O assediado, entretanto, pode ser aquela pessoa que simplesmente estava no lugar errado na hora errada; e, foi o alvo especialmente escolhido, na condução da mensagem inequívoca de poder e controle, de total domínio, aos demais subordinados.

Mas, na esmagadora totalidade dos casos, é uma pessoa criteriosamente identificada; por ser especialmente culta, especialmente inteligente, especialmente estudiosa, especialmente talentosa, especialmente competente, especialmente inventiva, especialmente criativa, especialmente hábil, especialmente capaz, especialmente produtiva, ou especialmente tudo junto. E indubitavelmente, especialmente mais qualificada. O seu próximo que é assediado é uma vítima! Vítima especialmente escolhida pela inveja e soberba. Sobretudo, escolha da vontade vil. Da vil vontade que vilipendia e psico-extermina; degrada e psiquicamente mata. Da vontade que precisa ser criminalizada! Para que suas vítimas fiquem juridicamente protegidas pelo Código Penal! 

Mas também não é raro, meu próximo, estarmos falando de uma política abjeta perversa e desumana de uma abjeta empresa, que, estrategicamente assedia os funcionários que se tornaram inconvenientes; de uma verdadeira organização criminosa que estrategicamente assassina psiquicamente seus funcionários, com o intuito de demiti-los por justa causa. Nesse universo, exemplificamos, aquela funcionária que engravidou ou aquele funcionário portador de doença relacionada ao trabalho, ou aquela vítima de acidente de trabalho, ou mesmo, aquele funcionário que passou a se sobressair por sua postura crítica ou por contestar regras injustas. Este seu próximo que é assediado também é uma vítima! Vítima especialmente abjetamente escolhida pela política perversa e desumana de uma empresa. Sobretudo escolhida da vontade vil. Da vil vontade que vilipendia e psíquicoextermina; degrada e psiquicamente mata. Da vontade que precisa ser criminalizada! Para que suas vítimas fiquem juridicamente protegidas pelo Código Penal! Entretanto, não importa se por uma vil vontade de um vil chefe ou por uma vil política de uma vil empresa, de forma inequívoca e avassaladora, será sempre psiquicamente devastador!

A criminalização coibiria o assédio moral, pois, depois que se inicia essa prática criminosa; internamente, nada parece ser efetivamente capaz de impedir que seja perpetrada. O assediador permanecerá confortavelmente na sua zona de conforto enquanto não responder, individualmente, criminalmente, pelo crime que efetivamente comete; a criminalização iria tirar o assédio moral da sua confortável, imoral e criminosa e impune, zona de conforto.

O assédio moral pode ser vertical, quando criminosamente exercido por funcionários hierarquicamente superior a você, independentemente de ser o seu chefe imediato; se o funcionário tem voz de comando, ele exerce o assédio vertical. Mas o assédio moral pode ser também horizontal, quando criminosamente exercido por colegas com o mesmo nível de responsabilidade ou até menor; é o que comumente acontece, como consequência direta do assédio vertical. É como se seus colegas respondessem ao comando do criminoso chefe assediador para segui-lo, como se recebessem uma licença indireta para criminosamente assediá-lo também, quando não são de fato diretamente para tal criminosamente aliciados. E funciona psicologicamente como uma forma efetiva de marcar seu distanciamento do assediado, não ele não quer absolutamente está no seu lugar, e formar fileiras com a chefia assediadora; com a certeza do benefício da sua simpatia, como resposta imediata, mas na expectativa de também colher benefícios. Neste caso o chefe assediador está criminosamente assediando diretamente com suas atitudes e indiretamente através das atitudes criminosamente assediadoras dos demais funcionários, que, de forma assustadora, se transformam em seus criminosos assediadores soldados de seu monstruoso criminoso exército. Nesse caso de assédio horizontal, fica bem claro a você que não vai adiantar procurar a chefia para relatar a criminosa ocorrência; que deve ser a primeira iniciativa a ser tomada, caso este ocorra por uma simples escolha pessoal de colegas com o mesmo nível de responsabilidade ou menor. Da mesma forma que, o seu criminoso chefe assediador também tem um chefe; a quem tecnicamente você deve, imediatamente, ou no seu tempo, recorrer.

"O assédio moral no trabalho é tão antigo quanto o trabalho.” As Cartilhas de Assédio Moral podem ajudar a mudar esse dado imutável da realidade se mudar a sua abordagem; se também conclamar e incentivar todos os funcionários a denunciar qualquer prática, e, até mesmo qualquer desrespeito mesmo episódico a qualquer colega, através de determinado canal de comunicação seguro e diretamente ligado ao dono da empresa ou à primeira pessoa da instituição; se também abordar o assediador como um inimigo e um traidor também da empresa ou da instituição que ele não representa, quando pratica exatamente o contrário para o qual foi contratado ou designado, e, compromete não só a sua imagem mas também os resultados que, sempre serão menos auspiciosos num ambiente psicologicamente comprometido que testemunha um ser humano ser silenciosamente psiquicamente assassinado.

"O Senhor te abençoe e te guarde" a todos e a todos neste facemundo; e a todos neste mundo de Deus. "O Senhor te abençoe e te guarde", muito especialmente a quem está sendo moralmente assediado; a quem está sendo, silenciosamente, psiquicamente assassinado. Desculpem-nos, Cartilhas de Assédio Moral; o assediado está psiquicamente transtornado para buscar apoio na família e nos amigos, a quem, paradoxalmente, conscientemente quer proteger de tanto sofrimento, e, estes comumente só tomam conhecimento da sua realidade, quando finalmente incapacitante (Quando lembramos que, nas relações sociais e familiares de qualquer profissional, mesmo em circunstâncias normais; o pior dos mundos, será sempre aquele em que a família e os amigos inadvertidamente tomam conhecimento de que se foi simplesmente desconsiderado uma única vez que seja ou de uma simples ocorrência desrespeitosa no trabalho.); e os colegas estão tentando manter a sua estabilidade funcional ou empregatícia, quando ficam totalmente inacessíveis; e a proposta de uma logística de luta com a corroboração através de gravação e filmagem, fica totalmente comprometida, quando se tem que lutar também contra a própria dispnéia suspirosa pelo simples respirar. Desculpem-nos, Cartilhas de Assédio Moral; mas, internamente, na grande imensa maioria e quase totalidade dos casos, o assediado só pode contar com o Nosso Senhor Jesus Cristo e apenas orar:

"O Senhor é o meu pastor;
nada me faltará.
Deita-me em verdes pastos e guia-me mansamente em águas tranqüilas;
refrigera a minha alma.
Guia-me mansamente pelas veredas da justiça,
por amor do Seu nome.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte,
não temerei mal algum, porque Tu estás comigo;
a Tua vara e o Teu cajado me consolam.
Prepara-me uma mesa perante os meus inimigos,
unges a minha cabeça com óleo;
o meu cálice transborda.
Bondade e a misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida;
e habitarei na casa do Senhor por longos dias."
(Salmo 23) 

Mas suporte psíquico, meu próximo, além de todas as suas e as nossas orações, pois também estamos orando por você, é essencial para você resistir e sobreviver ao assédio moral : 
▪ Suporte essencial de uma maior concentração ; Um psiquiatra, meu próximo, vai lhe garantir a concentração adequada de serotonina, que o seu cérebro precisa, para você resistir e sobreviver ao assédio moral; ao silencioso assassinato psíquico, do qual foi ou está sendo vítima. Se você não é um extraterrestre com overdose extragaláctica de neurotransmissores serotonínicos, mas, apenas um ser humano normal; procurar o profissional para lhe dar esse suporte essencial de serotonina, será sempre a escolha perfeita. Através da prescrição do inibidor seletivo da captação de serotonina (ISCS ou antidepressivo) certo na dosagem certa na hora certa; através da terapia serotonínica específica, anti-ataque psíquico desproporcional, certa. Pense no psiquiatra como um aliado estratégico que vai colocar um escudo nas suas mãos vazias e frias e até trêmulas; mas tão bravas! Um escudo que vai ser fundamental, inclusive, na memória constante da humilhação contínua. Principalmente se seus gritos estão sendo subestimados e negligenciados ou completamente ignorados; quando você está gritando, por atenção devida e investigação competente do caso, tanto tempo no deserto. Quando os monstros assediadores, então no melhor dos mundos, se tornam, confortavelmente, sem nenhum compromisso com os fatos, mais diabólicos em sua perversidade e mais brutais em sua violência, pois, confortáveis com a impunidade, sentem-se indestrutíveis. Ante uma já indiferente ou angustiada platéia, a cada dia mais perplexa e assustada; por sentir-se também, mais amedrontada e vulnerável. Você não tem nenhum problema existencial profundo depressivo e inspirador, das imortais obras literárias, musicais e artísticas da humanidade, você não vai iluminar o mundo com a razão de um Discurso do Método, meu próximo; você está sendo psiquicamente, desproporcionalmente atacado. Silenciosamente, psiquicamente assassinado. 
▪ Suporte essencial da harmonização da psicoterapia ; Um psicoterapeuta ou um psicólogo, meu próximo, poderá ser a escolha perfeita, se for perfeita a escolha, à harmonização psicológica; o feng shui que a sua mente precisa para você resistir e sobreviver ao assédio moral. Ao silencioso assassinato psíquico, do qual foi ou está sendo vítima. Se você não é um extraterrestre com estrutura psicológica extragaláctica, mas, apenas um ser humano normal, que foi ou está sendo silenciosamente, psiquicamente assassinado; procure um profissional habilitado e experiente no flagelo psíquico dessa natureza, indicação criteriosa do psiquiatra ou resultado de uma rigorosa pesquisa pessoal, para lhe dar esse que, respeitoso e compassivo pode ser valioso, suporte psicoterapeutico. Essa exigência de experiência do psicoterapeuta, é fundamental, para que a sua dor pelo assédio moral sofrido, não seja abordado como uma projeção-da-dor-da perda-de-um-gatinho-querido-aos-3-anos-de-idade, por exemplo. Quando, um psicoterapeuta experiente, consideraria esse flagelo psíquico que hoje em dia é uma questão de saúde pública, e faria primeiramente um diagnóstico diferencial com o assédio moral, quando por exemplo; o seu paciente, dantes pró-ativo ou normalmente ativo no mercado de trabalho, referisse a perda do referido gatinho para explicar a sua atual depressão, a sua atual síndrome de pânico e o seu atual stress pós traumático. E que o psicólogo escolhido seja também um espírito independente e eticamente resistente, se este ao alcance, das anti-éticas e criminosas influências externas dos sempre deletérios monstruosos tentáculos influentes externos do assédio. E, caso seja surpreendido com o seu contrário, e creia que não precisará de uma epifania quando você procurar o seu psicólogo no corpo do seu psicólogo, apesar desta expectativa e desse entendimento da fragilidade humana; por mais que lhe seja estupefaciente e também pertubador e até assustador, não lhe trará também nenhuma dor. Quando, psiquicamente, você já estava fugindo da dor de acompanhar o tempo em tempo real! E é muito importante também confirmar o tempo de cada sessão da psicoterapia e a pontualidade do atendimento, pois, uma sessão de psicoterapia de meia hora ou ficar inadvertidamente aguardando meia hora exposta numa sala de espera para compartilhar a sua dor; mesmo que não lhe seja nocivo pelo desrespeito, não vai absolutamente lhe trazer nenhum bem. Mas, inequivocamente, e nós não queremos isso, um psicoterapeuta desinformado ou sem a devida leitura e compreensão do extermínio psíquico do assédio moral, poderá lhe deixar psicologicamente desamparado e sentindo-se totalmente abandonado e desesperançado; e, inexoravelmente, e isso você não vai deixar acontecer, lhe causar um grande mal. São essas, e sobre as quais você não tem controle, e, portanto tem que se preparar para ser envolvido e não se desapontar, assimilando-as mesmo como possibilidades possíveis e mesmo previsíveis, que costumam envolver todo o complexo contexto do assédio moral; más notícias. Mas, a boa notícia, e que só envolve você e a sua consciência desta leitura correta; é que se não foi perfeita a escolha, você pode e deve imediatamente substituí-lo pela escolha perfeita. Só a escolha perfeita poderá lhe dar o suporte psíquico para lidar com o seu mundo, que passou a ser um lugar inóspito e hostil e completamente mergulhado na impunidade. E você sente-se totalmente impotente; se você tinha pânico de não ser amado, agora, você tem pânico de ser brutalizado. Você está muito longe de qualquer expectativa, e, no mais completo isolamento da falta de quaisquer perspectivas. Você foi psiquicamente sequestrado para a Coréia do Norte e está sendo barbaramente torturado; e precisa escapar e voltar para casa. E voltar a ter a sua qualidade de vida de volta; mesmo que seja preciso viver um dia de cada vez. Pois, o seu dia a dia, foi paulatinamente, dia a dia; impiedosamente, perversa e desumanamente descontruido. E sua vida, equilibrada dentro do equilíbrio de uma rotina de vida, construída dia a dia; impiedosamente, completamente devastada. Você não tem nenhum problema existencial profundo depressivo e inspirador, das imortais obras literárias, musicais e artísticas da humanidade, você não vai iluminar o mundo com os conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade de uma Flauta Mágica, meu próximo; você está sendo psiquicamente, desproporcionalmente atacado. Silenciosamente, psiquicamente assassinado. 
▪ Suporte essencial de um grupo de apoio terapêutico ; Um Clube de Resistência Psíquica, meu próximo, é o grupo de apoio terapêutico, onde não apenas você vai poder compartilhar a sua história e poder apoiar o seu próximo, mas de forma imediata e simultânea, também ser apoiado; e esse apoio do grupo, constitue uma das formas mais potentes e terapêuticas das alternativas psicoterapêuticas. Mas, também realizar atividades de Clube de Leitura, Clube de Cinema, Clube de Teatro, Clube de canto, Clube de Dança; que vai levar você, psiquicamente preso e confinado em sofrimento psíquico intenso, para dar um passeio psiquicamente libertador, no revigorante mundo das idéias e das artes. E, quem sabe até levar você a sonhar, em voltar a pertencer àquele mundo em que nos tornamos melhores, simplesmente, lidando honestamente com a solidez de nosso ego; e tranquilamente, simplesmente rindo de nós mesmos. Pois, trata-se de uma terapia psiquicamente libertadora para você, meu próximo, que foi ou está sendo assediado; silenciosamente, psiquicamente assassinado. Um Clube de Resistência Psíquica, que vai ser importante também no abissal e sábio novo olhar do colocar as coisas em perspectiva, quando poderá ver toda a sua grandeza e fortaleza. Mas que vai ter que ser pensado e concretizado, por nós, em nossas cidades; um sonho que pode parecer distante, mas, que já começou a se realizar ao ser agora pensado. E, se juntos pensarmos este mesmo sonho; como nosso sonho, um sonho nosso, ficará mais perto de ser concretizado. Você não tem nenhum problema existencial profundo depressivo e inspirador, das imortais obras literárias, musicais e artísticas da humanidade, você não vai iluminar o mundo com as cores dos Doze Girassóis, meu próximo; você está sendo psiquicamente, desproporcionalmente atacado. Silenciosamente, psiquicamente assassinado. 
▪ Suporte essencial do mundo das águas; Aulas de hidroginástica ou natação, meu próximo, de preferência de noite e com a água quentinha e um céu estrelado; não apenas vai lhe possibilita, com o corpo imerso na água até o pescoço, exercer atividades físicas liberadoras das psiquicamente benditas e tão oportunas serotoninas e sempre prazerosas endorfinas; mas, também poderá lhe possibilitará reviver psiquicamente, mesmo inconscientemente, o momento fetal de amor e segurança. E você, psiquicamente devastado em sofrimento intenso, vai terminar a aula, inconscientemente, psiquicamente revigorado; e será mais um momento psiquicamente libertador. Ou, simplesmente, será surpreendido com uma experiência relaxante, psiquicamente acolhedora e confortável. E por algumas dezenas preciosas de minutos, pode-se imaginar num outro mundo possível, melhor; onde basicamente o sistema permite à abordagem do assédio moral, o espaço básico para o bom combate justo e democrático . Onde, simplesmente, de uma forma justa e democrática, o mesmo céu, estrelado ou não, é o mesmo para todos; e ao mesmo alcance do simples olhar para o alto. De forma que, sempre será a escolha perfeita, como mais uma estratégia psíquica de defesa a um ataque desproporcional, em que não é possível o contra-ataque; e que nos faz sempre olhar para o chão, em busca de proteção e abrigo. Você não tem nenhum problema existencial profundo depressivo e inspirador, das imortais obras literárias, musicais e artísticas da humanidade, você não vai iluminar o mundo com os conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade da Sinfonia no.3 em Mib maior op.55, meu próximo; você está sendo psiquicamente, desproporcionalmente atacado. Silenciosamente, psiquicamente assassinado. 

Esteja sempre próximo do seu próximo que é moralmente assediado. Ele está sendo psiquicamente atacado, de forma desproporcional, todos os dias, e o tempo todo de todo o seu dia; por um monstro, que também o acompanha durante todo o seu dia até em casa e em todos os lugares, e, que está também nos seus pesadelos de todas as noites! Um monstro, que pretende, não apenas expropriar toda a dignidade e destruir psicologicamente o seu próximo como profissional; mas, eliminá-lo psiquicamente como ser humano! Ajude o seu próximo a sobreviver psiquicamente a esse verdadeiro massacre! Ajude o seu próximo vencer essa batalha! Ajude o seu próximo! O próximo a ser assediado pode não ser você; mas, quem sabe pode ser no futuro, um filho ou uma filha ou um neto ou uma neta, ou uma outra pessoa muito querida. Seja a pessoa que, você gostaria que eles encontrassem nessa situação. A pessoa que poderá ajudá-los a sobreviver psiquicamente a esse massacre! A pessoa que com amor vai ajudá-los amanhã! A pessoa que seu próximo precisa hoje!

Na sua vida, você pode encontrar pessoas que, com muita confiança desrespeitam, gritam, intrigam, satanizam, conspiram, constrangem e até agridem. Elas são apenas pessoas que não conseguiram acompanhar a dinâmica do processo civilizatório; e, desrespeitam, gritam, intrigam, satanizam, conspiram, constrangem e até agridem! E não há nada a fazer, nem com o escorpião nem com essas pessoas. Uma boa ideia, será você se afastar e continuar a viver a sua vida com mais este aprendizado sobre os limites da natureza humana; outra boa ideia, será colocá-las em suas orações. Nessas situações, você pode precisar de alguma ajuda; mas são só pessoas venenosas e más. Numa situação de assédio moral, meu próximo, você tem que pensar que desta vez na sua vida você encontrou de verdade um monstruoso monstro com um ego gigantesco e totalmente pervertido, que barbaramente só se alimenta da bárbarie; um monstro de verdade, que absolutamente não tem culpas e tampouco absolutamente nenhuma censura. Um monstro, que se não estivesse satisfazendo a sua monstruosidade assediando você, meu próximo, poderia quem sabe estar vagando pelas ruas sombrias de um bairro distante e ermo, durante as madrugadas sem estrelas escuras e frias, incendiando sem tetos enquanto dormem encolhidos sonhando com um novo dia. Nessa situação, você sempre precisará de muita e de toda e qualquer ajuda, pois, não há como lutar contra um monstro de 10 metros de altura e 10 toneladas, que bota fogo todo o tempo o tempo todo pelas ventas; numa alegoria perfeita como representação perfeita, da magnitude do poder assustador que o assediador verticalmente detém sobre você. Numa situação de assédio moral, você não estará lidando simplesmente com pessoas; você estará, completamente indefeso, totalmente vulnerável, sem nenhuma espada e nenhum escudo, e também sem nenhuma armadura, lutando, contra a barbárie humana, contra, verdadeiros monstros!



QUANDO AS MÃOS SE ENTRELAÇAM A DOR DIMINUI

“O problema é que queremos que as pessoas entendam como estamos nos sentindo, mas a verdade é que nem nos mesmos sabemos. O problema é que existem pessoas que se importam, mas não acreditamos em nenhuma delas. É uma espécie de paradoxo. Fugimos na intenção de que alguém nos procure. Vamos embora na intenção de que nos peçam pra ficar. Não dizemos, mas queremos que percebam. É confuso, é complicado. O problema é sermos humanos, o problema é termos sentimentos.”



sábado, 11 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Texto cedido por site "Pensamento Mulher"


Mulheres que sofreram violência e abuso têm mais chances de desenvolver problemas mentais

Segundo um novo estudo, as mulheres são drasticamente mais propensas a desenvolver distúrbios mentais em algum momento de suas vidas se tiverem sido vítimas de estupro, agressão sexual, perseguição, ou violência doméstica.
A conexão entre experiências angustiantes e saúde mental não é tão surpreendente, mas 
as descobertas destacam o quão fortemente os dois problemas estão interligados.
Ou seja, é importante que médicos e outros profissionais de saúde perguntem às mulheres sobre episódios passados de violência, mesmo que estes aconteceram anos atrás. Segundo os cientistas, quando os profissionais tratarem mulheres com depressão ou problemas de saúde mental, é melhor se ligar no fato de que a violência pode estar por trás disso.
Os pesquisadores analisaram dados de saúde de uma amostra nacionalmente representativa de mulheres australianas entre as idades de 16 e 85 anos. Episódios de agressão sexual, assédio, e outros tipos de “violência de gênero” eram muito comuns, com 27% do grupo relatando pelo menos um episódio de abuso.
57% das mulheres com um histórico de abuso também tinham um histórico de depressão, transtorno bipolar, estresse pós-traumático, abuso de substâncias, ou ansiedade (incluindo transtorno do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo), contra 28% das mulheres que não tinham experimentado violência de gênero.
Entre as mulheres que haviam sido expostas a pelo menos três diferentes tipos de violência, a taxa de transtornos mentais ou abuso de substâncias subiu para 89%. Segundo os pesquisadores, a extensão e a força dessa associação é muito preocupante.
Os cientistas não podem dizer com certeza se os problemas de saúde mental foram provocados pela violência, ou se as mulheres com problemas de saúde mental pré-existentes eram mais propensas a sofrer violência.
No entanto, eles controlaram a pesquisa para uma série de potenciais fatores de mitigação, incluindo status socioeconômico e histórico familiar de problemas psiquiátricos. Há amplas evidências de que os eventos traumáticos – especialmente interpessoais, como abuso doméstico – podem desencadear problemas mentais.
Além disso, episódios de violência de gênero geralmente ocorrem muito cedo na vida, enquanto transtornos mentais muitas vezes não aparecem até anos mais tarde.
As descobertas indicam que a violência contra as mulheres é uma preocupação de saúde pública, e ressalta o impacto sobre a sociedade, que deve fazer mais do que apenas tratar as consequências imediatas, como atendimento a uma lesão violenta.
Os pesquisadores sugerem que especialistas em saúde mental e prestadores de serviços de saúde devam desenvolver uma abordagem unificada para detectar e tratar problemas de saúde mental mais efetivamente em mulheres que sofreram violência.
Os EUA já tomaram um passo promissor nesta direção. Na segunda-feira, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do país divulgou novas diretrizes para os cuidados preventivos de mulheres que, entre outras coisas, exigem planos de saúde sem custo para se tratar de violência doméstica, com início em agosto de 2012.[CNN]

http://hypescience.com/mulheres-que-sofreram-violencia-e-abuso-tem-mais-chances-de-desenvolver-problemas-mentais/

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Pensamento Mulher Colaboração da companheira, Tatiana Sampaio!


Colaboração da companheira, Tatiana Sampaio!
Hoje decidi falar sobre uma assunto polêmico e que deve ser combatido com mais rigor, não só no Brasil mas no mundo.
Desde os primórdios a mulher vem sido submetida a todos os caprichos masculinos, sendo sempre reprimida, oprimida, desvalorizada e até chegando a ser escravizada pelos homens.
Segundo Tânia Pinafi "a violência contra a mulher é produto de uma construção histórica — portanto, passível de desconstrução — que traz em seu seio estreita relação com as categorias de gênero, classe e raça/etnia e suas relações de poder. Por definição, pode ser considerada como toda e qualquer conduta baseada no gênero, que cause ou passível de causar morte, dano ou sofrimento nos âmbitos: físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública quanto na privada.
Para se compreender o fenômeno da violência com base no sexismo se faz necessário um breve retorno ao legado investido à mulher pela cultura ocidental.
A posição social da mulher é norteada pelas óticas biológica e social, determinantes para a desigualdade de gênero.

Por exemplo, na Grécia, os mitos contavam que, devido à curiosidade própria de seu sexo, Pandora tinha aberto a caixa de todos os males do mundo e, em conseqüência, as mulheres eram responsáveis por haver desencadeado todo o tipo de desgraça. A religião é outro dos discursos de legitimação mais importantes. As grandes religiões têm justificado ao longo dos tempos osâmbitos e condutas próprios de cada sexo. (PULEO, 2004, p. 13)
Na Grécia Antiga havia muitas diferenças entre homens e mulheres. As mulheres não tinham direitos jurídicos, não recebiam educação formal, eram proibidas de aparecer em público sozinhas, sendo confinadas em suas próprias casas em um aposento particular (Gineceu), enquanto aos homens, estes e muitos outros direitos eram permitidos.
Em Roma “elas nunca foram consideras cidadãs e, portanto, não podiam exercer cargos públicos” (FUNARI, 2002, p. 94). A exclusão social, jurídica e política colocavam a mulher no mesmo patamar que as crianças e os escravos. Sua identificação enquanto sujeito político, público e sexual lhe era negada, tendo como status social a função de procriadora.
Com o advento da cultura judaico-cristã tal situação pouco se alterou. O Cristianismo retratou a mulher como sendo pecadora e culpada pelo desterro dos homens do paraíso, devendo por isso seguir a trindade da obediência, da passividade e da submissão aos homens, — seres de grande iluminação capazes de dominar os instintos irrefreáveis das mulheres — como formas de obter sua salvação. Assim a religião judaico-cristã foi delineando as condutas e a ‘natureza’ das mulheres e incutindo uma consciência de culpa que permitiu a manutenção da relação de subserviência e dependência. Mas não foi só a religião que normatizou o sexo feminino, a medicina também exerceu seu poder, apregoando até o século XVI a existência de apenas um corpo canônico e este corpo era macho. Por essa visão a vagina é vista como um pênis interno, os lábios como o prepúcio, o útero como o escroto e os ovários como os testículos.
A crença da mulher como um homem invertido e, portanto, inferior, perdurou durante milhares de anos como se pode observar, na passagem em que Laqueur (2001), comenta a visão de Aristóteles:
O kurios, a força do esperma para gerar uma nova vida, era o aspecto corpóreo microcósmico da força deliberativa do cidadão, do seu poder racional superior e do seu direito de governar. O esperma, em outras palavras, era como que a essência do cidadão. Por outro lado, Aristóteles usava o adjetivo akuros para descrever a falta de autoridade política, ou legitimidade, e a falta de capacidade biológica, incapacidade que para ele definia a mulher. Ela era, como o menino, em termos políticos e biológicos uma versão impotente do homem, um arren agonos. (LAQUEUR, 2001, p. 68)
O modelo de sexo único prevaleceu durante muito tempo por ser o homem — ser humano nascido com o sexo biológico masculino, ou seja, pênis — o alvo e construtor do conhecimento humano. Dentro dessa visão androcêntrica, a mulher consistia em uma categoria vazia.
Apenas quando se configurou na vida política, econômica e cultural dos homens a necessidade de diferenças anatômicas e fisiológicas constatáveis é que o modelo de sexo único foi repensado.
A visão naturalista que imperou até o final do século XVIII determinou uma inserção social diferente para ambos os sexos. Aos homens cabiam atividades nobres como a filosofia, a política e as artes; enquanto às mulheres deviam se dedicar ao cuidado da prole, bem como tudo aquilo que diretamente estivesse ligado à subsistência do homem, como: a fiação, a tecelagem e a alimentação.
Tal eixo interpretativo começou a mudar neste mesmo século, a partir da Revolução Francesa (1789). Nela as mulheres participaram ativamente do processo revolucionário ao lado dos homens por acreditarem que os ideais de igualdade, fraternidade e liberdade seriam estendidos a sua categoria. Ao constatar que as conquistas políticas não se estenderiam ao seu sexo, algumas mulheres se organizaram para reivindicar seus ideais não contemplados. Uma delas foi Olympe de Gouges.
No século XIX há a consolidação do sistema capitalista, que acabou por acarretar profundas mudanças na sociedade como um todo. Seu modo de produção afetou o trabalho feminino levando um grande contingente de mulheres às fábricas. A mulher sai do locus que até então lhe era reservado e permitido — o espaço privado, e vai a esfera pública. Neste processo, contestam a visão de que são inferior aos homens e se articulam para provar que podem fazer as mesmas coisas que eles, iniciando assim, a trajetória do movimento feminista.
Ao questionar a construção social da diferença entre os sexos e os campos de articulação de poder, as feministas criaram o conceito de gênero, abrindo assim, portas para se analisar o binômio dominação-exploração construído ao longo dos tempos.
A violência contra a mulher traz em seu seio, estreita relação com as categorias de gênero, classe e raça/etnia e suas relações de poder. Tais relações estão mediadas por uma ordem patriarcal proeminente na sociedade brasileira, a qual atribui aos homens o direito a dominar e controlar suas mulheres, podendo em certos casos, atingir os limites da violência.
Em 1979, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotaram a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), conhecida como a Lei Internacional dos Direitos da Mulher. Essa Convenção visou a promoção dos direitos da mulher na busca da igualdade de gênero, bem como, a repressão de quaisquer discriminações.
No contexto brasileiro, a década de 70 é marcada pelo surgimento dos primeiros movimentos feministas organizados e politicamente engajados em defesa dos direitos da mulher contra o sistema social opressor — o machismo.


A violência contra a mulher tem raízes profundas que estão situadas ao longo da história, sendo, portanto de difícil desconstrução. No Brasil, o início da década de 80 foi marcado pela forte mobilização dos sujeitos do sexo feminino em torno da temática da violência contra a mulher. Sua articulação em movimentos próprios, somada a uma intensa busca por parcerias com o Estado, para a resolução desta problemática, resultou em uma série de conquistas ao longo dos anos.
A desconstrução das redes que tecem a violência contra a mulher ainda levará muito tempo, porém, não seria utópico acreditar em seu término, na medida em que o que se construiu sócio-historicamente pode ter seu caminho refeito em outra perspectiva. Em curto prazo, faz-se necessário e urgente um ordenamento jurídico adequado e coerente com as expectativas e demandas sociais. Além disso, não basta que haja um ordenamento que tenha vigência jurídica, mas não tenha vigência social, isto é, que não seja aceito e aplicado pelos membros da sociedade.
O combate ao fenômeno da Violência contra Mulher não é função exclusiva do Estado; a sociedade também precisa se conscientizar sobre sua responsabilidade, no sentido de não aceitar conviver com este tipo de violência, pois, ao se calar, ela contribui para a perpetuação da impunidade. Faz-se urgente a compreensão, por parte da sociedade como um todo, de que os Direitos das Mulheres são Direitos Humanos, e que a modificação da cultura de subordinação calcada em questões de gênero requer uma ação conjugada, já que a violência contra a mulher desencadeia desequilíbrios nas ordens econômica, familiar e emocional."
Em suma a sociedade é construída pelas mulheres, somos as procriadoras e mantenedoras da educação de nossa prole, só depende de nós mudarmos esta realidade, muito já foi feito, mas há muito a ser realizado, pois nós também somos enraizadas no "machismo social", então devemos quebrar paradigmas e reavaliar como estamos educando os nossos filhos.
Deixarei aqui uma pergunta:
Quem educa os meninos que um dia se tornam homens?
Tatiana Sampaio

Bibliografia
ALVES, Branca M.; PITANGUY, Jacqueline. O que é feminismo. 1. ed. São Paulo: Abril Cultural: Brasiliense, 1985.
BRASIL. Norma técnica de padronização: Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher – DEAMs. Brasília: Ministério da Justiça. Presidência da República, 2006.
EGGERT, Edla. Reconstruindo conceitos: da não-cidadania ditada por Rousseau e Kant para a aprendizagem da cidadã de hoje. Disponível em:. Acesso em: 27 mai. 2006.
FUNARI, Pedro Paulo A. Grécia e Roma. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2002.
GREGORI, M. F. Cenas e queixas: um estudo sobre mulheres, relações violentas e a prática feminista. 1. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; São Paulo: ANPOCS, 1993.
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PULEO, Alicia. “Filosofia e gênero: da memória do passado ao projeto de futuro”. In: GODINHO, Tatau; SILVEIRA, Maria Lúcia (Orgs.). Políticas públicas e igualdade de gênero. 1. ed. São Paulo: Coordenadoria Especial da Mulher, 2004. p.13.34.
SANTOS, C. M. Delegacias da Mulher em São Paulo: percursos e percalços. Disponível em: . Acesso em: 27 mai. 2006.
SCHRAIBER, Lilia B.; D'OLIVEIRA, Ana Flávia L. P. “Violência contra mulheres: interfaces com a saúde”. Interface – Comunicação, Saúde, Educação [online], v. 03, n. 05, p. 11-26, ago. 1999. Disponível em: .
Acesso em: 27 mai. 2006.
VRISSIMTZIS, Nikos A. Amor, Sexo e Casamento na Grécia Antiga. Trad. Luiz Alberto Machado Cabral. 1. ed. São Paulo: Odysseus, 2002.
(in: http://mundodamulhertatianasampaio.blogspot.com.br/2012/07/violencia-contra-mulher.html