segunda-feira, 21 de julho de 2014

Publicado pela Comunidade NADA ACONTECE POR ACASO

"Nós nos consumimos, nós nos destruímos.
Revivemos todas as manhãs, reinventando-nos.
Tentando a todo custo não olhar para as mãos calejadas, os olhos assustados, o peito cheio.
Recriminamos quem nos avisa do perigo.
Bajulamos quem só nos diz o que queremos ouvir.
Sabemos da verdade.
Nosso coração sempre está adiante.
Preenchemos nossos vazios espaços com inutilidades.
Fingimos felicidade.
Negamos as tristezas.
Rezamos sem prestar atenção na oração proferida.
Discriminamos os aventureiros.
Agredimos a nós mesmos.
Absorvemos informações equivocadas.
Perseguimos o que não podemos alcançar.
Tendemos a nos sentir sozinhos dentre tantos.
E continuamos sendo um mundo de vastidão.
Escondemos nossas riquezas maiores.
Nos enaltecemos com coisas pequenas.
Sangramos pelo óbvio.
Fingimos frieza com o válido.
Seguramos as expressões para não sermos mal interpretados.
Expressamos-nos da força errada.
Falamos demais.
Sentimos de menos.
Qual a pobreza da humanidade, quando ainda julgamos as lutas de todos?
Por que ainda ha guerras?
Por que pessoas ainda se sentem acima do bem e do mal, manipulando, transferindo e destilando ruindades?
Qual veneno lhe parece mais amargo?
Qual a dor que te convém?
Em que mundo você vive?
Por que não podemos viver as verdades, cada um, a sua?
Sim, todos, cada qual tem as suas!
Respeitemos-nos.
Não subjuguem ninguém.
Todos estamos aqui para aprender algo.
Todos existimos para ensinar muito.
Experimente."





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